Entre nós fez-se o silêncio. Depois ri-me e ele perguntou o porquê de tal riso desmedido. Então, voltei-me a rir - depois calei-me. Não lhe soube responder ao porquê; na verdade não tenho resposta certa para dar, simplesmente escapou. Não sei o propósito de me rir duplamente, não sei porque me calei. Acontece-lhe o mesmo, curioso. Riso quente, inocente, sem malícia. Nem me atrevo a tentar acertar quantas vezes isto já aconteceu, seriam mais do que alguém poderá imaginar. Não se conta pelos dedos, asseguro. É bom, rir sem razão particular, aquece o coração ser feliz sem precisar de o dizer constantemente. Ser feliz, ponto. Não faz de mim alucinada nem desvairada, certo?
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